Mais uma do fantástico mundo do Luc Besson

Quem já tem o costume de ver e apreciar filmes desse diretor, produtor e roterista, sabe de suas estravagâncias e jeito pouco convencional de apresentar obras cinematográficas. Lucy não foge a regra e desde seus primeiros instantes de exibição percebemos o toque Besson de ser.
Scarlett Johansson, mais uma vez surge deslumbrante nas telonas, mesmo que sem mostrar todo seu “talento”, temos em mãos um diferencial em relação a outras produções estreladas pela loira.

Com superpoderes adquiridos após carregar involuntariamente drogas, a história se dá inicio. É baseada no mito que nós, meros seres humanos, utilizamos apenas 10% de nossa capacidade cerebral. O filme se desenvolve a partir desse tema e somos fisgados por essa deliciosa loucura cinematográfica.
Funciona assim: piscou, perdeu! Conversou algo, desperdiçou a explicação dada na tela. Para muitos pode parecer complexo e inusitado, mas na grande maioria dos espectadores presentes na sala de exibição, percebemos estranheza e surpresa ao mesmo tempo.
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Trailer do filme
A sintonia e desenvoltura do roteiro, câmeras e efeitos visuais, dão uma dinâmica espetacular para o filme, que ainda conta com o figurante de luxo Morgan Freeman. Vale a pena investir em uma pipoca(média) e refrigerante(médio) e não pagar o do acompanhante, apenas isso.
Agradecemos o apoio da UCI Kinoplex Casa Forte
Nota 5,5
Por Dieguito Melo
Um grupo de adolescentes de um subúrbio americano tem um sonho em comum, envolvendo Freddy Krueger (Jackie Earle Haley). Ele é um assassino desfigurado, que sempre os persegue em seus sonhos