A advogada e professora Isabela Lessa apresentou sua candidatura à vaga de desembargadora do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) pelo Quinto Constitucional. Com mais de 20 anos de trajetória na advocacia, na docência jurídica e na atuação institucional, ela coloca novamente seu nome à disposição da advocacia pernambucana.
Sócia-fundadora do Bahia, Lins e Lessa, sociedade de advogadas, Isabela construiu sua carreira conciliando a prática jurídica com a formação de novos profissionais e a participação em diferentes espaços de representação da advocacia.
Mestra em Direito Processual Civil e LLM em Direito Empresarial pela FGV/Rio, atua como professora de Processo Civil e Prática Jurídica desde 2006. Durante dez anos, esteve à frente da coordenação do curso de Direito da Faculdade Nova Roma, reunindo experiência em docência, formação profissional e gestão acadêmica.
Na OAB-PE, sua trajetória inclui a atuação como Conselheira Estadual, Presidente da Comissão da Mulher Advogada, ex-Diretora-Geral da Escola Superior de Advocacia (ESA/PE), Presidente da Comissão de Governança e do Comitê de Representatividade, entre outras funções.
Isabela também participou da eleição para o Quinto Constitucional em 2024, quando recebeu 4.253 votos da advocacia pernambucana. Em 2026, apresenta novamente sua candidatura, dando continuidade a uma trajetória marcada pela atuação profissional, pela formação jurídica e pela participação institucional.
“Minha candidatura nasce da experiência construída ao longo de mais de 20 anos vivendo a advocacia em diferentes espaços. A prática profissional, a sala de aula e a atuação institucional me permitiram conhecer diferentes realidades e, sobretudo, compreender o valor da escuta e do diálogo. Coloco novamente meu nome à disposição da advocacia pernambucana com responsabilidade e consciência do que essa representação significa”, afirma Isabela.
Previsto no artigo 94 da Constituição Federal, o Quinto Constitucional determina que um quinto das vagas de determinados tribunais seja destinado a integrantes da advocacia e do Ministério Público que atendam aos requisitos constitucionais. No caso das vagas destinadas à advocacia, o processo começa na OAB, responsável pela formação da lista que seguirá para as etapas posteriores de escolha.
Para Isabela, a candidatura também deve ser um espaço de aproximação com a advocacia e de compreensão das diferentes realidades vivenciadas pela categoria. “Quero que esse processo seja também de escuta. A advocacia pernambucana é diversa, tem diferentes experiências, necessidades e perspectivas. Estar próxima, ouvir e dialogar faz parte da maneira como construí minha trajetória e também da forma como compreendo essa candidatura”, destaca.
*Via Assessoria