Galeria Anuncia Filme sobre a História de Suzane Von Richthofen



 

São Paulo, 18 de julho de 2018.  A Galeria Distribuidora, braço da Vitrine Filmes dedicado ao lançamento de filmes com maior apelo comercial, anuncia a produção do filme “A menina que matou os pais”, drama psicológico que narra o julgamento de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos, réus confessos do assassinato dos pais de Suzane em um crime que chocou o País, em 2002.
 
Com direção de Mauricio Eça (“Apneia” e franquia “Carrossel), a pesquisa do longa durou mais de seis meses e analisou todos os arquivos públicos do julgamento, desde o assassinato até a condenação.
 
“O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato, entranto, em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso. Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme trás um tema que muita gente conhece e tem ideias pré-concebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, comenta o diretor Mauricio Eça.
 
O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial, sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.
 
“Tivemos todos os cuidados necessários para construir um roteiro inovador. Foram meses de pesquisa e entrega de todos envolvidos; não é fácil, psicologicamente, ter acesso a tantos detalhes e construir uma proposta de filme sobre um crime tão bárbaro. Será um desafio para nós, não só atrair a quem conhece o caso como também jovens que não tiveram acesso aos fatos na época”, afirma Marcelo Braga, produtor da Santa Rita Filmes.
 
Com distribuição da Galeria Distribuidora, o lançamento de “A menina que matou os pais” está previsto para o primeiro semestre de 2019. O roteiro do longa já está pronto e as gravações estão previstas para acontecer no segundo semestre de 2018.
 
Atualmente, a Galeria Distribuidora, a Santa Rita Filmes e o diretor Mauricio Eça estão realizando o casting para escolher os atores que irão interpretar Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos.
 
Sobre a Galeria Distribuidora
Galeria Distribuidora, braço da Vitrine Filmes dedicado ao lançamento de filmes com maior apelo comercial, tem a intenção de distribuir filmes que unam qualidade de produção e apelo popular, buscando espaço crescente junto à produção nacional e internacional.
 
Sempre com inovação e dinamismo, a Galeria está envolvida com toda a produção do filme, desde a concepção até produção.

*Mauricio Eça assina a direção
 
*Ilana Casoy e Raphael Montes assinam o roteiro
 
*Santa Rita Filmes, produtora do filme, confirma início das filmagens em 2018

*Via Assessoria
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Com Charlotte Gainsbourg e Pierre Niney ‘Promessa ao Amanhecer’ estreia em 26 de julho nos cinemas


 

INSPIRADO NO ROMANCE AUTOBIOGRÁFICO DE ROMAIN GARY, UM DOS MAIORES ESCRITORES FRANCESES, LONGA FOI RODADO EM CINCO PAÍSES

Adaptado para as telas,“Promessa ao Amanhecer” chega aos cinemas brasileiros em 26 de julho com distribuição da Bonfilm. A obra, dirigida por Eric Barbier, é uma versão do romance autobiográfico de Romain Gary, um dos maiores escritores franceses do século XX e vencedor, por duas vezes, do prêmio Goncourt, o mais importante da literatura francesa. Grande sucesso público do Festival Varilux de Cinema Francês deste ano, ‘Promessa ao Amanhecer’ estreia em dez capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. O trailer, disponível em https://youtu.be/Gg7vrso-UH0, mostra o relacionamento intenso entre mãe e filho e sua ambição por um futuro promissor para o menino.

Rodado em cinco países durante 14 semanas, o longa retrata a Polônia dos anos 20 e o México dos anos 50, conta com cenas filmadas no deserto africano, em Nice e em uma Paris ambientada antes da Segunda Guerra e uma Londres bombardeada. O longa-metragem recebeu quatro indicações ao César 2018: Melhor Atriz (Charlotte Gainsbourg), Melhor Adaptação (Eric Barbier e Marie Eynard), Melhor Figurino (Catherine Bouchard) e Melhor Direção de Arte (Pierre Renson). Charlotte Gainsbourg, melhor atriz do Festival de Cannes de 2009, por “Anticristo”, vive Nina Kacew, mãe do escritor.

Para compor o seu papel, Charlotte Gainsbourg buscou inspiração em fotos verdadeiras de Nina e informações sobre os locais onde teria vivido na juventude, além de contar com referências de sua própria avó. Explica: “Muito rapidamente, eu fiz uma fusão entre Nina, o que eu percebi dela e a mãe do meu pai. Por exemplo, seu sotaque polonês eu imaginei, eu ouvi isso como um sotaque russo que eu conhecia bem. Estas duas mulheres, um pouco da mesma geração, vieram do mesmo mundo, tinham a mesma cultura, eram muito semelhantes aos meus olhos. Minha avô era menos incômoda que Nina, mas mesmo assim era uma personagem forte.

O ator francês Pierre Niney (“Frantz”), César do Melhor Ator em 2014 para o papel principal na cinebiografia de "Yves-Saint Laurent", interpreta Gary adulto enquanto na adolescência ele é vivido por Némo Schiffman e na infância por Pawel Puchalski. E é esse último que protagoniza uma das cenas mais delicadas na opinião do diretor Eric Barbier. Escondido debaixo da mesa sob a máquina de costura da mãe, ele presencia  as buscas feitas pela polícia em seu apartamento. “Pawel Puchalski, que interpreta o Romain criança, chora frente à violência dos policiais. Foi um desafio obter a emoção justa desta cena: mostrar o sofrimento de uma criança que vê sua mãe humilhada”, conta o diretor.

Educado para se tornar um “homem do mundo” uma vez que o sonho de Nina era que Gary fosse famoso, ser escritor não foi a primeira aposta para o filho, a quem chegou a incentivar os estudos de violino. Já Gary, em um determinado momento almejou ser pintor, prática não apoiada por ela. Em uma das cenas do filme, Charlotte/Nina diz que não quer que ele pinte, apesar de seus pedidos insistentes: “Van Gogh se suicidou com 35 anos. Você pode ter talento, mas eles o matarão. Quero que seja famoso enquanto está vivo”, ressaltaQuando a literatura se torna uma opção, ao ler seus escritos a mãe incentiva: “Você será Tolstói, meu filho. Você será Victor Hugo”. 

Um personagem um tanto complexo na vida real, Romain Gary, entre outras carreiras, foi também diplomata, aviador e escritor com vários pseudônimos, entre eles, Emile Ajar, nome com o qual recebeu seu segundo Goncourt, em 1975, pelo livro “La Vie Devant Soi”. (Um escritor só pode ser premiado uma vez com o Goncourt). Para levar a vida de Gary no cinema, os roteiristas Eric Barbier e Marie Eynard precisaram encontrar um formato que pudesse conservar a essência do romance, sendo necessário efetuar cortes no livro que retratava 20 anos da vida dos dois.  Sobre o processo de produção do roteiro, Barbier explica: “Gary era múltiplo: embaixador, cineasta, romancista. Muitas vezes se escondendo sob vários pseudônimos, ele é polonês, russo, francêsEu me perguntei sem parar quando a traição era possível e quando não era, eu queria absolutamente ser fiel ao espírito do romance”.

“Promessa ao Amanhecer” é o retrato da relação de amor intenso e, por vezes, neurótico entre mãe e filho. Um amor materno profundo e devastador que, ao mesmo tempo em que desafiava Gary a seguir em frente e buscar o impossível, o aprisionava num relacionamento por vezes perturbador. Em uma mistura de aventura, emoção e psicologia, o diretor Eric Barbier preocupou-se em retratar as nuances desta convivência que pode ser, ao mesmo tempo, doce e amarga.


Ficha Técnica

Promessa ao Amanhecer (La promesse de L’aube)

De Eric Barbier

Com Pierre Niney, Charlotte Gainsbourg

2017 – Comédia dramática – 2h10

Distribuição no Brasil: Bonfilm

*Via Assessoria

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'O Orgulho' Estréia nesta Quinta, 19 de Julho


Longa de Yvan Attal traz a jovem revelação Camélia Jordana como protagonista 


Neila Salah (Camélia Jordana) é uma jovem mulher que ingressa numa tradicional faculdade de direito e se recusa a se encaixar no “padrão ideal” para conseguir alcançar seus objetivos. Este é o mote do filme “O ORGULHO”, de Yvan Attal, que estreia nesta quinta-feira, 19 de julho, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Santos, Aracaju, Florianópolis, Salvador, Vitória, João Pessoa, Recife, Campinas, Curitiba e Goiânia, distribuído pela Pandora Filmes.

A atriz e cantora Camélia Jordana dá vida a Neila, uma jovem que cresceu no subúrbio de Creteil e sonha em ser advogada. Desde o primeiro dia de aula numa renomada Faculdade de Direito de Paris, ela se depara com Pierre Mazard (Daniel Auteuil), um professor conhecido pela sua conduta controversa que, para se redimir, aceita ser seu mentor num concurso. Porém, ambos precisam enfrentar seus preconceitos.

- Eu não queria mostrar como é difícil viver num subúrbio porque todo mundo sabe isso. E nós sentimos isso também enquanto rodávamos o longa. Eu queria estabelecer alguma distância, e mostrar o ambiente da personagem de Neila – explica o diretor, que completa: “o assunto me interessou  - não o jeito de menina moleca ou de rapper do interior – mas a trajetória de uma moça que se nega a se enquadrar num perfil para poder seguir adiante”.

Por causa do papel, Camélia levou o César de Melhor Atriz Revelação 2018, o Oscar do cinema francês. O que não foi uma surpresa para o diretor. “Quando ela veio para o teste, eu não a conhecia. Eu sabia que ela tinha cantado na cerimônia em homenagem às vítimas do atentado ao Bataclã. Eu acho que ela incorpora a ideia do jovem francês de hoje: um povo que quer uma França mais tolerante, mais aberta e mais lúcida. Ela tem um carisma inacreditável”, elogia.

Conhecido por filmes como “Nova York, Eu Te Amo” e “Viveram Felizes Para Sempre”, Attal define o “O ORGULHO” como uma dramédia. “É um filme que provoca risos, principalmente graças ao seu diálogo, mas também levanta algumas questões... Além disso é, simultaneamente, político e social, mas também alegre e espirituoso”.

O diretor também elogiou o comprometimento do veterano ator Daniel Auteuil. “Eu amei trabalhar com ele.  Ele é exatamente o ator que eu esperava que fosse. Ele estava fazendo uma peça à noite, mas, pelas manhãs chegava ao set concentrado e pronto para trabalhar. Ele colocou todo seu coração e sua alma no projeto”.  Já Auteuil disse que foi uma grata surpresa trabalhar ao lado de Attal. “Eu me permitir ser surpreendido pelo jeito que ele é, seu entusiasmo, sua energia, juventude e generosidade e até suas contradições. Enquanto trabalhava com ele, eu redescobri várias coisas que tinha suposto sobre ele. Ele tem um ponto de vista muito definido sobre o que quer fazer”, elogiou.

*Via Assessoria
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